quinta-feira, 1 de novembro de 2018

O que é Bebê prematuro


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) um bebê prematuro, que também pode ser chamado de pré-termo, é aquele que nasce antes de 37 semanas de gestação completas.

Saiba mais: Necessidades do bebê prematuro
O bebê prematuro é classificado de acordo com a idade gestacional:

.Bebê prematuro extremo: nascido antes de 28 semanas de gestação
.Bebê muito prematuro: nascido entre 28 e 32 semanas de gestação
.Bebê prematuro moderado a tardio: nascido entre 32 e 37 semanas de gestação

Quanto mais prematuro o bebê, maiores são os riscos para sua saúde pois seus órgãos e sistemas ainda não estão completamente desenvolvidos. Mas, com os constantes avanços da medicina e os cuidados especiais dedicados a esta população, as chances deles se desenvolverem normalmente e com qualidade de vida são cada vez mais altas.

Características do bebê prematuro
.Cabeça proporcionalmente maior que o corpo
.Tecido subcutâneo escasso por ter pouca gordura corporal
.Pele fina, brilhante e rosada. Em alguns casos, pode ser coberta por uma penugem fina, chamada de lanugo
.Músculos mais fracos e movimentos físicos reduzidos
.Orelhas finas e pouco encurvadas
.Respiração mais rápida e irregular
.Veias visíveis

Os bebês prematuros têm dificuldade em manter o calor do corpo, além de estarem sujeitos a outras complicações, como as respiratórias, e reflexos de sucção e deglutição deficientes, que trazem dificuldades para a alimentação. Além disso, alguns bebês podem apresentar retinopatia (doença visual causada pela prematuridade e uma das principais causas de cegueira na infância); além de problemas neurológicos e autismo.

No entanto, essas características variam de acordo com o grau de prematuridade de cada criança.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Bebê prematuro
Em geral, a criança que nasceu muito prematura fica na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), em uso de aparelhos que permitam acompanhar a evolução de sua saúde. Nesse local, ele geralmente é submetido a alguns procedimentos como:

.O bebê prematuro será colocado na incubadora, que tem como objetivo ajudar a manter a temperatura corporal ideal
.Monitoramento constante dos sinais vitais do bebê, como pressão arterial, batimentos cardíacos e respiração
.Provavelmente, o bebê prematuro receberá alimentação intravenosa ou leite materno, que poderá ser dado a ele através de um tubo que entra pelo nariz e vai até o estômago, até que o bebê tenha desenvolvido o reflexo de sugar e engolir adequadamente
.Algumas vezes, o bebê prematuro precisa receber transfusões sanguíneas, pois ele pode não ter a capacidade de produzir as células vermelhas de acordo com suas necessidades
O bebê prematuro na UTIN frequentemente é atendido por uma equipe multidisciplinar, que pode envolver:

.Neonatologista: especialista em cuidados com o recém-nascido
.Nutricionista: orienta sobre necessidades nutricionais
.Fisioterapeuta: trabalha os movimentos e a respiração da criança
.Fonoaudiólogo: auxilia bebês com problemas de alimentação e deglutição.

Os profissionais da saúde envolvidos avaliam individualmente cada criança para determinar cuidados específicos. Durante esse processo, alguns exames podem ser solicitados como por exemplo:

.Hemogasometria arterial (para verificação da concentração de oxigênio no sangue a fim de avaliar a performance dos pulmões)
.Níveis sanguíneos de glicose, cálcio e bilirrubina
.Raio X de tórax
.Ultrassom para verificação dos órgãos internos do bebê
.Ecocardiograma (ultrassom do coração)
.Exame oftalmológico (uma das complicações possíveis é a retinopatia de prematuridade).

Enquanto o bebê prematuro está na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, você pode fazer uma série de perguntas, como por exemplo:

.Quais as condições do meu bebê? Algo mudou?
.Como esses equipamentos ajudam meu bebê?
.Meu bebê está tomando alguma medicação?
.Que tipos de exames meu bebê precisa fazer?
.Como devo segurar meu bebê? Você pode me mostrar?
.Por quanto tempo ele continuará sendo alimentado por tubos?
.Quando posso tentar amamentá-lo?
.Posso trazer fotos da minha família para a incubadora do meu filho?
.Como posso ajudar no cuidado do meu bebê enquanto ele está na Unidade de Terapia Intensiva .Neonatal?
.Quando meu bebê poderá voltar para casa?
.O que preciso saber sobre os cuidados com meu bebê uma vez que ele esteja em casa?
.Com que frequência devo voltar para fazer as visitas de retorno após a alta?

Em geral, alguns itens são avaliados antes de definir a alta do bebê: Ele deverá:
.Conseguir respirar sem ajuda
.Conseguir manter a temperatura corporal
.Conseguir mamar no peito da mãe ou na mamadeira
.Ganhar peso de forma estável e constante
.Não ter nenhuma infecção.

Após a alta hospitalar
O bebê prematuro precisa de uma série de cuidados especiais em casa, principalmente nos primeiros meses. Em geral, a equipe médica orientará os pais sobre como devem ser esses cuidados. É importante que você aproveite esse momento para tirar suas dúvidas. Entender quais são os sintomas que podem significar uma emergência médica também é essencial.

Veja quais são os principais pontos de atenção nos cuidados do bebê prematuro em casa:

Alimentação: muitos bebês prematuros precisam de suplementação alimentar, seja com fortificadores do leite materno ou com fórmulas para bebês pré-termo - essa necessidade deverá ser discutida com o seu médico. Saber também com que frequência e qual quantidade que seu filho deve ingerir de leite é muito importante.

Proteção à saúde: bebês prematuros são mais vulneráveis a vírus e outros micro-organismos presentes no ambiente. Portanto, evite locais lotados e garanta que as pessoas que entram em contato com seu bebê lavem as mãos ou usem álcool gel. Essas atitudes são boas formas de prevenir infecções, já que os bebês prematuros são mais propensos a tê-las devido à imaturidade de seus órgãos e do sistema imunológico. As infecções respiratórias são as mais comuns, especialmente as causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que pode causar bronquiolite (infecção dos bronquíolos) e desencadear sintomas como corrimento nasal, tosse, dificuldade para respirar e febre.

Vacinas de cuidadores e visitas: um bebê frágil como o prematuro pede cuidados que podem parecer incomuns, como se informar sobre a vacinação das pessoas que visitam o bebê e de seus cuidadores. Essa é uma atitude importante, já que a saúde frágil da criança não pode ser colocada em risco. Além disso, limite o número de visitas ao mínimo possível.

Vacinação do bebê prematuro
Os bebês prematuros devem seguir um calendário de vacinação específico, que será orientado pelo pediatra, em geral seguindo a idade cronológica do bebê. Confira o calendário dos prematuros da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Os principais imunizantes que o bebê prematuro deve tomar

.BCG-ID: aplicada em recém-nascidos com peso maior ou igual a 2Kg
.Hepatite B: aplicada ao nascer no esquema habitual de três doses (0, 1 e 6 meses). Nas crianças nascidas com menos de 33 semanas e/ou com menos de 2 quilos, a vacina é fornecida em esquema de quatro doses (0, 1, 2 e 6 meses de vida)
.Profilaxia para o vírus sincicial respiratório (VSR) deve ser aplicada durante os meses de maior circulação do vírus que, no Brasil, ocorre entre os meses de janeiro a agosto, dependendo da região: .Norte – Janeiro a junho
.Nordeste – Fevereiro a julho
.Centro-Oeste – Fevereiro a julho
.Sudeste – Fevereiro a julho
.Sul – Março a agosto
.-Pneumocócica: iniciar aos 2 meses. As doses devem respeitar a idade cronológica do bebê, sendo aos 2, 4 e 6 meses e um reforço aos 15 meses
.Poliomielite: em recém-nascidos internados na unidade neonatal, deve ser utilizada somente vacina inativada (vacina de vírus inativo), injetável. Aplicada aos 2, 4 e 6 meses, com reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade
.Haemophilus tipo B: no caso de prematuros extremos, na rede pública é aplicada depois de 15 dias que o prematuro receber a Tríplice Bacteriana. O reforço deve ser dado aos 15 meses. O uso das vacinas combinadas (DTPa-HB-VIP-Hib ou DTPa-VIP-Hib) na rede privada permitem a aplicação simultânea e são eficazes e seguras para os prematuros

Idade cronológica x idade corrigida
Muitos pais podem ficar em dúvida sobre a idade cronológica e a idade corrigida do bebê prematuro. Esse conceito é importante para avaliação do desenvolvimento do bebê. A explicação é bem simples:

.Idade cronológica: é o tempo de vida real do bebê depois do nascimento. Um bebê que nasceu no dia 1 de janeiro terá 2 meses no dia 1 de março, por exemplo

.Idade corrigida: é a idade que o bebê teria se tivesse nascido com 40 semanas. Por exemplo, para um bebê que nasceu há dois meses com 29 semanas de gestação sua idade corrigida atual é 37 semanas (29 semanas de gestação + 8 semanas desde o nascimento = idade corrigida de 37 semanas).

Convivendo (prognóstico)
Os cuidados com o bebê prematuro devem ir além dos prestados na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal. As visitas ao pediatra e a outros profissionais de saúde que acompanham seu bebê devem ser feitas na frequência correta, que pode chegar a ser semanal ou quinzenal inicialmente. Isso é necessário para que o crescimento e desenvolvimento do bebê prematuro sejam acompanhados adequadamente.

O bebê que nasce antes do tempo pode apresentar alguns problemas no desenvolvimento como:

.Perda ou deficiência auditiva
.Perda de visão
.Dificuldades de aprendizagem
.Atrasos no crescimento e desenvolvimento
.Atraso no desenvolvimento da linguagem

Vacinação do bebê prematuro
Os bebês prematuros devem seguir um calendário de vacinação específico, que será orientado pelo pediatra, em geral seguindo a idade cronológica do bebê. Confira o calendário dos prematuros da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Os principais imunizantes que o bebê prematuro deve tomar são:

.BCG-ID: aplicada em recém-nascidos com peso maior ou igual a 2 Kg
.Hepatite B: aplicada ao nascer no esquema habitual de três doses (0, 1 e 6 meses)
.Nas crianças nascidas com menos de 33 semanas e/ou com menos de 2 quilos, a vacina é fornecida em esquema de quatro doses (0, 1, 2 e 6 meses de vida)
.Profilaxia para o vírus sincicial respiratório (VSR) que deve ser aplicada durante os meses de maior circulação do vírus, que no Brasil, ocorre entre os meses de janeiro a agosto dependendo da região
.Norte - Janeiro a junho
.Nordeste - Fevereiro a julho
.Centro-Oeste - Fevereiro a julho
.Sudeste - Fevereiro a julho
.Sul - Março a agosto
.Pneumocócica: iniciar aos 2 meses. As doses devem respeitar a idade cronológica do bebê, sendo aos 2,4 e 6 meses e um reforço aos 15 meses
.Poliomielite (inativada): em recém-nascidos internados na unidade neonatal, deve ser utilizada somente vacina inativada (injetável). Aplicada aos 2, 4 e 6 meses, com reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade
.Haemophilus tipo B: no caso de prematuros extremos, na rede pública é aplicada depois de 15 dias que o prematuro receber a Tríplice Bacteriana. O reforço deve ser dado aos 15 meses. O uso das vacinas combinadas (DTPa-HB-VIP-Hib ou DTPa-VIP-Hib) na rede privada permitem a aplicação simultânea e são eficazes e seguras para os prematuros.

Idade cronológica x idade corrigida
Muitos pais podem ficar em dúvida sobre a idade cronológica e a idade corrigida do bebê prematuro. Esse conceito é importante para avaliação do desenvolvimento do bebê. A explicação é bem simples:

.Idade cronológica: é o tempo de vida real do bebê depois do nascimento. Um bebê que nasceu no dia 1 de janeiro terá 2 meses no dia 1 de março, por exemplo
Idade corrigida: é a idade que o bebê teria se tivesse nascido com 40 semanas. Por exemplo, para um bebê que nasceu há dois meses com 29 semanas de gestação sua idade corrigida atual é 37 semanas (29 semanas de gestação + 8 semanas desde o nascimento = idade corrigida de 37 semanas).

Acompanhamento do bebê prematuro
Os cuidados com o bebê prematuro devem ir além dos prestados na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal. As visitas ao pediatra e a outros profissionais de saúde que acompanham seu bebê devem ser feitas na frequência correta, que pode chegar a ser semanal ou quinzenal inicialmente. Isso é necessário para que o crescimento e desenvolvimento do bebê prematuro sejam acompanhados adequadamente.

O bebê que nasce antes do tempo pode apresentar alguns problemas no desenvolvimento como:

.Perda ou deficiência auditiva
.Perda de visão
.Dificuldades de aprendizagem
.Atrasos no crescimento e desenvolvimento
.Atraso no desenvolvimento da linguagem.

.Se você notar que a criança apresenta algumas dessas dificuldades, converse com o pediatra, que poderá encaminhar para um especialista quando necessário.

Complicações possíveis
O bebê prematuro está sujeito a uma série de complicações que aumentam de risco conforme o grau de prematuridade. Veja algumas delas:

Icterícia
É caracterizada pela coloração amarelada da pele e mucosas, provocada pelo excesso de bilirrubina no sangue, um pigmento da bile que permanece no plasma (parte líquida do sangue) até ser eliminada junto com a urina.

A bilirrubina é formada a partir da morte de alguns glóbulos vermelhos presentes no sangue - o que acontece todos os dias. Essas células sanguíneas mortas são retiradas da circulação pelo fígado, que, a partir daí, forma a bilirrubina, que mais tarde será descartada pelo próprio corpo. No entanto, algumas vezes pode ocorrer o acúmulo dessa substância no corpo, provocando icterícia.

No bebê prematuro, no entanto, a depender dos níveis de bilirrubina, a icterícia pode gerar complicações como a encefalopatia bilirrubínica, que causa apatia, hipotonia, febre e convulsões. A icterícia é tratada com fototerapia e, em alguns casos, com exsanguineotransfusão (procedimento médico pelo qual o sangue do bebê é removido e substituído por outro, de um doador compatível para tratar condições clínicas).

Retinopatia da prematuridade
Esse problema nos vasos sanguíneos da retina está relacionado não só à prematuridade, como também ao baixo peso ao nascer. Na retinopatia da prematuridade ocorre o crescimento desorganizado dos vasos sanguíneos; caso o quadro não seja diagnosticado e tratado adequadamente, pode ocorrer descolamento da retina e até mesmo cegueira infantil.

Apneia
Apneia é a pausa respiratória superior a 20 segundos e, no caso do bebê prematuro, pode ocorrer porque o sistema respiratório não está desenvolvido o suficiente ou devido a outras complicações da prematuridade, como convulsões. A apneia pode causar sequelas no sistema nervoso central.

Problemas cardiovasculares
Bebês prematuros podem ter problemas de hipotensão, que é a pressão arterial baixa, e persistência do canal arterial, ou seja, o duto arterioso que liga o coração à aorta não se fecha após o nascimento, permanecendo o padrão de circulação fetal. O duto pode se fechar posteriormente sozinho, mas não tratar essa condição pode causar falência do coração.

Diagnóstico e Exames

Causas
O que pode causar o parto prematuro
O nascimento de um bebê prematuro pode ocorrer por vários fatores, que, em geral, estão ligados à condição de saúde da mãe. Entre eles, podemos destacar:

Infecções
Problemas na pressão arterial levando a pré-eclâmpsia ou eclâmpsia
Descolamento prematuro de placenta
Diabetes gestacional
Distúrbios da tireoide
Infecções congênitas, como toxoplasmose, citomegalovírus, sífilis, SIDA ( Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)

Uso de bebidas alcoólicas e drogas.
No entanto, algumas condições do bebê também podem levar ao nascimento prematuro. Confira algumas delas:

Malformações fetais
Presença de síndrome genética.
Fatores de risco
Alguns fatores podem aumentar o risco de prematuridade. Conheça alguns deles e como evitá-los:

Tabagismo
O fumo prejudica a circulação uteroplacentária na mulher grávida, o que causa uma menor oxigenação fetal. A diminuição do oxigênio que chega ao bebê faz com que seu crescimento se torne mais restrito, gerando uma interrupção prematura da gestação, ou seja, a mulher entra em trabalho de parto antes da hora. Além disso, o tabaco reduz a inativação de um fator que está envolvido no início e na manutenção do trabalho de parto, adiantando todo o processo. O fumo é um fator de risco para o parto prematuro quando continuado ao longo dos nove meses.

Desnutrição
Futuras mães que não se alimentam de forma adequada durante a gravidez também correm o risco de ter um parto prematuro, principalmente se desenvolverem anemia durante este período. Ao consumir poucos nutrientes essenciais, não só a mulher se prejudica, como também pode haver uma restrição do crescimento do feto. Isso aumenta o risco de sofrimento fetal, o que leva à interrupção da gestação antes do tempo. Uma alimentação balanceada e rica em ácido fólico, ferro e micronutrientes é considerada essencial para a saúde da gestante e do feto.

Obesidade
Mulheres obesas apresentam uma gestação de maior risco. Neste caso, o dano é maior quando elas já apresentam o índice de massa corporal (IMC) muito acima do aconselhado antes da gravidez. Há maior risco de existirem quadros como diabetes e hipertensão arterial, que contribuem para a prematuridade. A alta da pressão arterial, por exemplo, causa um envelhecimento precoce da placenta, impedindo a chegada dos nutrientes para o bebê.

Álcool
O consumo de bebida alcoólica durante a gravidez pode ter relação com o nascimento antes do tempo. Além disso, pode também causar malformações e prejuízos no desenvolvimento do bebê. O álcool é passado diretamente para o feto através da placenta, o que significa que o feto terá a mesma concentração sanguínea de álcool que a sua mãe.

Estresse
Hábitos que cultivam o estresse aumentam o risco do trabalho de parto prematuro devido aos hormônios liberados por esse quadro emocional. A elevação da noradrenalina e do cortisol, que está presente nesses casos, podem desencadear contrações uterinas antes da hora. Por isso, vale a pena combater esse mal, encontrando pausas de descanso, praticando atividade física e cuidando da saúde mental.

Desidratação
A desidratação durante a gravidez pode levar a algumas complicações incluindo defeitos do tubo neural (estrutura embrionária que dá origem ao cérebro e medula espinhal), baixa produção de líquido amniótico, produção inadequada de leite materno e até mesmo parto prematuro. Beber muita água, de 8 a 12 copos por dia, é recomendado para evitar a desidratação.

Abuso de açúcar
Durante a gestação, a placenta produz hormônios que bloqueiam, em parte, a ação da insulina no corpo, hormônio que atua na redução da glicose do sangue. Isso pode gerar um quadro chamado de diabetes gestacional, que está ligado também a partos prematuros. Esse excesso de glicose gera um aumento do crescimento fetal e da produção de líquido amniótico, o que também pode causar complicações.