terça-feira, 15 de janeiro de 2019

O Que É A Cólica: Sintomas E Soluções

O Que É A Cólica: Sintomas E Soluções

Quase todos os bebês—a partirde duas semanas de vida—passampor um período de irritação em algum momento do diasem nenhuma razão especial, aparentemente. No entanto, às vezes esseperíodo normal de irritação acaba se transformando em períodos prolongados de choro contínuo que parece não se acalmar por nada. Esses episódios que testam o coração da nova mamãe podem indicar que o bebê está com cólicas.Leia mais para descobrir o que é a cólicae o que você pode fazer para tentar confortar seu bebê.

O Que É Cólica?
A cólica pode ser definida por episódios de choro intenso e alto, sem nenhuma razão aparente, por três horas ou mais ao dia, por três ou mais dias por semana, por cerca de três semanas seguidas ou mais. Esses períodos de choro normalmente começam entre duas e quatro semanas de vida e podem ocorrer a qualquer momento do dia ou da noite, frequentemente entre 6 da tarde e meia-noite.

Cerca de um quinto dos bebês tem cólicas. Meninos e meninas são afetados igualmente e bebês que mamam no peito outomam fórmula também. Esse choro intenso geralmente atinge o pico entre o segundo e terceiro mês de vida do bebê, mas o tempo que ascólicasnormalmenteduramvaria de bebê para bebê. Ela costuma passar completamente até no máximo 6 meses de vida.

O Que Causa Cólicas?
Os especialistas não sabem ao certo o que causa as cólicas, mas algumas explicações possíveis são:

.O sistema digestivo do bebê ainda está se desenvolvendo, causando desconforto, que o bebê comunica com o choro.
.O refluxo pode estar fazendo o bebê se sentir desconfortável.
.O bebê está com gases e isso causa o desconforto.
.Bebês com poucas semanas podem se sentir superestimulados pelo ambiente quando o dia chega ao fim e o choro acontece quando essa nova informação –o desconforto –se torna a gota d’água.
.Algumas pesquisas sugerem que as alergias alimentares (a alérgenos a que os bebês são expostos no leite materno ou nas fórmulas) ou a exposição à fumaça do cigarro podem causar cólicas.

SintomasDaCólica

É natural se sentir ansiosa a respeito do desenvolvimento de seu recém-nascidoe se perguntar sobre a diferença entre o choro da cólica e o choro normal. Se você suspeita que o seu bebê está com cólica, busque os seguintes sinais:

.O bebê encolhe e estica as pernas
.Arqueia as costas
.Mexeos braços e pernas
.O rosto do bebê fica corado ou avermelhado enquanto chora
.Fecha as mãozinhas
.Ele parece estar com dor
.A barriga do bebê parece estar inchada e ele solta gases. Esse sintoma de cólicapode ser por causa do ar que o bebê que chora acaba engolindo, ou por precisar arrotar mais depois de mamar.

deiasQuePodemAjudar AEvitarO Choro Da Cólica

Muitos pais sentem-se desamparados e confusos ao tentar ajudar seus bebês com cólicas. As ideias abaixo poderão limitar ou evitar o choro antes dele começar:

.Estudos demonstraram que pegar seu bebê no colo e proporcionar diversas oportunidades decontato pele a pele nas primeiras semanas de vida podem fazer com que os episódios de choro sejam menores conforme ele cresce.
.Alimente seu bebê sempre que ele estiver com fome, não necessariamente seguindo horários fixos.
.Faça seu bebê arrotar depois de cada mamada. Para tanto, segure seu bebê sobre o ombro e dê tapinhas delicados em suas costas.
.Dê uma chupeta para seu bebê para acalmá-lo antes de o choro começar.
.Durante a mamada no peito ou na mamadeira, sente-se com a coluna reta para evitar que ele engula ar.
.Se seu bebê mama na mamadeira e apresenta cólicas, mude de mamadeira ou de bico –isso talvez ajude a reduzir a quantidade de ar que seu bebê engole.

Como Acalmar Um Bebê Que Chora

Uma vez que o chorose tornarinevitável,esses truques às vezes ajudam a acalmaras cólicas em bebês:

.Balance seu bebêsuavementepara acalmá-lo.
.Ofereça uma chupeta a seu bebê—o movimento de sucção talvez o acalme.
.Coloque-oemum moisés ou cadeirinha de balanço, pois o movimento pode confortá-lo.
.Ande com seu bebê em um canguru ou sling, ou segure-o perto de seu peito. Tanto o movimento quanto o contato podem acalmá-lo.
.Coloque seu bebê em seu colo, de barriga para baixo, e esfregue suas costinhas.
.Coloque uma música baixinho, ou ligue o ventilador ou aspirador de pó para gerar um barulhinho de fundo.
.Leve seu bebê para passear de carro.O movimento e ruído podem surtir um efeito calmante.
.Dê um banho morno em seu bebê.
.Proporcione momentos relaxantespara seu bebê, ele pode estar se sentindo superestimulado pela luz ou pelo barulho.
.Lembre-se, às vezes seu bebê vai chorar independentementedo que você fizer. Experimente abordagens diferentes; se o método não funcionar em uma semana, passe para o próximo item na lista. Talvez você perceba que, depois de tentar quase tudo, a fase de cólicas de seu bebê finalmente passou.

Lidando Com As CólicasDo Ponto De Vista Dos Pais

Quando seu bebê tiver cólicas, é importante prestar atenção ao seu estado emocional. Cuidar de um bebê com cólica pode ser difícil e faz com que muitos pais se sintam ansiosos e despreparados, sem falar no estresse. Mas, bastante cuidado: não importa o seunível de frustração, nunca chacoalhe um bebê.Chacoalhar um bebê pode causar hemorragia cerebral, levando a danos permanentes e até a morte. Se você estiver se sentindo fora de controle e incapaz de lidar com o choro, peça para um adulto em quem você confia para cuidar de seu bebêenquanto você se recupera.Se você estiver sozinha com seu pequeno, coloque-o no berço ou outro local seguroe deixe o cômodo para fazer uma pausa.

Outras dicas para lidar com a ansiedade que as cólicas trazem:

.Peça e aceite ajuda da família e dos amigos que puderem ficar com seu bebê por curtos períodos, proporcionando momentos de descanso para você.
.Fale com seu médico sobre formas de lidar com a frustração causada pelo choro constante.
.Busque grupos de mães ou fóruns online para encontrar mais dicas e conselhos de outras mães passando pela mesma coisa que você. Tente descansar e dormir o suficiente.
.Não se sinta culpada ao tentar acalmar seu bebê. Segurar e confortar seu bebê não é mimar, mas apenas uma tentativa de fazer com que ele se sinta melhor.
.Mantenha-seotimista.Esse período vai passar e ter um bebê com cólica não significa que você terá uma criança difícil no futuro.

Quando Procurar Um Médico
.Após experimentar algumas das técnicas para acalmar seu bebê, você provavelmente descobrirá qual é a mais eficaz para vocês dois. Porém, se o choro persistir e nada parecer ajudar, talvez seja a hora de procurar um médico. Seu médico poderá confirmar a cólica ou o que quer que esteja causando o choro excessivo no bebê.

Busque seu médico se:
.O choro for muito alto e estridente
.Os lábios ou a pele de seu bebê ficarem com uma tonalidade azulada durante o choro
.Seu bebê estiver vomitando repetidamente ou perdendo peso
.Seubebêapresentar diarreia ou sangue nas fezes
.Seu bebê estiver mamando menos ou urinando menos que o normal
.Mamãe e papai, apesar da frustração diante do choro de seu bebê, lembrem-se de que estão fazendo um ótimo trabalho. Logo o choro passará, então basta lembrar que vocês vão conseguir.

Quando estiverem prontos, leiam sobre o que mais pode ser útil para cuidar de seu recém-nascido

Toda a verdade sobre as cólicas em bebês

Entender o que acontece pode acalmar você e a criança. Pediatras respondem a 10 perguntas cruciais e explicam por que não é preciso temer essa fase que os bebês enfrentam.
Ver o bebê com o rosto vermelho de tanto chorar, as pernas encolhidas e os dedinhos crispados – sinais típicos de que a razão da dor são as cólicas – é um espetáculo que nenhum pai quer presenciar. O grande alento é que as cólicas desaparecem no terceiro mês de vida, quase tão misteriosamente quanto chegaram, e não deixam nenhuma seqüela. Também é verdade que pais que lidam com a situação com tranqüilidade têm o dom de acalmar o bebê. Portanto, arme-se com as informações que colhemos com quatro consultores e aprenda a distinguir o que é mito e o que é verdade.

1. Por que o recém-nascido tem cólica?

Ainda há muitos pontos obscuros sobre esse assunto. Não existe, por exemplo, uma causa exata. As cólicas são atribuídas à associação de alguns fatores, entre eles a imaturidade dos sistemas gastrintestinal e nervoso central, que, entre outras funções, controla as contrações do intestino. Como o processo de formação e funcionamento desses mecanismos ainda não está completo, ocorrem movimentos intestinais descoordenados que acabam provocando as dores. Passados três meses, esses sistemas adquirem maturidade e as cólicas deixam de fazer parte da rotina da família.

2. Por que algumas crianças têm cólicas e outras estão livres delas?

Cada indivíduo é único no que diz respeito a fatores genéticos e biológicos, o que explica parte da questão. A outra parte diz respeito ao ambiente. Embora não haja dados científicos sobre o assunto, os pediatras concordam que a atitude dos pais conta pontos. “A criança percebe tudo a sua volta, inclusive a tensão e a ansiedade dos pais”, explica o neuropediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“A reação a esses estímulos externos pode ser a cólica.” Tanto isso é verdade que, para o pediatra Ruy Pupo Filho, autor do Manual do Bebê (editora Campus Elsevier), a cólica é quase sempre uma característica do primeiro filho – o segundo costuma ter bem menos e o terceiro quase não tem. Excesso de agitação, como som e TV altos ou brincadeiras prolongadas, também pode desencadear ou turbinar as cólicas. Respeito ao ritmo e ao sono do bebê é fundamental.

3. Como saber se o choro é mesmo devido à crise de cólica?

Primeiro, por eliminação: o bebê está com fome? A fralda está molhada? Está com calor? Com frio? Se essas possibilidades foram descartadas e o choro continua, é grande a probabilidade de ser cólica. Além disso, há algumas características específicas: o bebê se contorce, o rosto fica vermelho e com expressão de dor, as mãos se fecham e o choro estridente parece inconsolável. Em muitos casos, as crises costumam acontecer no mesmo horário – à tardinha ou no início da noite.

4. Se o bebê mama no peito, a alimentação da mãe pode fazer diferença na presença e na intensidade das cólicas?

“Há pouca relação comprovada entre a cólica e a alimentação da mãe”, afirma o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O único alimento que sabidamente aumenta as cólicas do bebê se ingerido pela mãe é o leite de vaca, mas só se ela tiver alergia à proteína do leite de vaca ou intolerância à lactose.” É possível que a mulher tenha esses problemas e não saiba, ou apenas descubra durante a amamentação, quando, em geral, por ordem médica, aumenta o consumo de leite e derivados.

5. Bebê que toma fórmula industrializada tem mais cólica do que o que é alimentado no seio materno?

Não há consenso sobre a questão. Para o nutrólogo Mauro Fisberg, a incidência é muito semelhante nos dois casos. “O que pode fazer diferença é que, se a amamentação for bem orientada, o bebê que mama no seio engolirá menos ar do que aquele alimentado por mamadeira e, conseqüentemente, terá menos cólicas”, observa. Já o pediatra Ruy Pupo Filho acrescenta: “O leite materno é mais bem absorvido pelo organismo, além de conter elementos que contribuem para o amadurecimento rápido do intestino das crianças”, afirma. “Com isso, a incidência de cólicas é menor em recém-nascidos que mamam no peito.”

6. Quais as formas mais eficazes de combate a essa dor?

A primeira recomendação (por mais que pareça difícil) é manter a calma. “É preciso quebrar o círculo vicioso que se estabelece: a criança tem cólica, os pais ficam nervosos, o bebê sente mais dor, gerando ansiedade crescente nos pais e assim sucessivamente”, diz a pediatra Lílian dos Santos Sadeck, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, ligado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). “O que mais funciona é o pediatra conversar bastante com o casal, passando tranqüilidade e mostrando que se trata de uma questão puramente fisiológica, não de uma doença.”

Mas, se mesmo assim a crise vem, que medidas tomar? “Fazer massagens circulares na barriguinha e aquecê-la com bolsa térmica ou flexionar e estender as perninhas, fazendo bicicleta, ajuda”, recomenda. “O contato pele com pele também tem efeito relaxante e calmante”, orienta Ruy Pupo. “A mãe ou o pai devem deixar o bebê só de fralda e colocá-lo em contato com o corpo deles.” Remédios, apenas com recomendação médica.

7. Chás e funchicória realmente funcionam?

Há pediatras que admitem o uso desses recursos, outros que não recomendam, portanto converse com o seu antes de decidir. “Não há comprovação da eficácia, mas em alguns casos parecem trazer alívio”, diz Lílian Sadeck. Se a criança mama no peito, o chá, de camomila ou erva-doce, deve ser oferecido na colherzinha e nunca na mamadeira, para não interferir na amamentação. A quantidade também deve ser pequena. “Algo com cerca de 10 mililitros”, aconselha a médica.

8. É verdade que enrolar o bebê em um cueiro ajuda a aliviar as cólicas?

O método das nossas avós de enrolar o bebê em um cueiro como maneira de acalmá-lo voltou à moda. A técnica pode até ajudar, por fazer com que ele se sinta mais protegido – afinal, simula o ambiente “apertadinho”, porém familiar, do útero nos últimos dois meses da gravidez. Mas o colo da mãe pode ter o mesmo efeito de aconchego e segurança, sem restringir tanto os movimentos do pequeno.

9. Bebê que não arrota depois de mamar terá mais cólica em seguida?

Se o bebê engolir ar durante a mamada e não arrotar, pode haver formação de gases e, consequentemente, cólicas. Mas não significa que ele deva arrotar sempre que mama – não é regra que em toda mamada ele engula ar, principalmente se a pega do seio for correta, com a boca do bebê cobrindo a maior parte da aréola e o lábio inferior virado para baixo, formando um beicinho. Se a criança se alimenta com mamadeira, mantenha o bico sempre cheio de leite.

10. Durante a crise de cólica, algumas mães tentam amamentar para acalmar o bebê. É correto dar de mamar nessa hora?

Sugar tem efeito calmante e pode ajudar, sim. Mas, se ele mamou faz pouco tempo, costuma não ser uma alternativa adequada. “Nessa situação, o seio não terá mais tanto leite e há risco de a criança engolir ar, formando gases. Consegue-se, assim, o efeito contrário: aumentar bastante a cólica”, explica Lílian Sadeck.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Pai, seu papel é muito importante no desenvolvimento de seus filhos!

O PAI É AQUELE QUE CHEGA PARA ESTABELECER COM O FILHO A PRIMEIRA RELAÇÃO ALÉM DA MÃE. E ELE PRECISA ESTAR PRESENTE EM TODOS OS MOMENTOS DA VIDA DA CRIANÇA
“Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza. E o mais importante, ele torcia por mim. Para mim, esse é o significado maior de um pai. Alguém capaz de torcer, sempre, sem nenhuma condição, nenhuma imposição. Porque a única condição entre pai e filho deve ser sempre o amor”. Esse trecho emocionante foi retirado do depoimento do jornalista e escritor Walcyr Carrasco sobre seu pai, para o livro Grandes Amigos: Pais e Filhos.

Não se nasce pai, torna-se pai. Criar e cuidar de uma criança são tarefas árduas que exigem esforço, tempo, dedicação, paciência… Por isso, não deve ser responsabilidade única da mãe. Quando o trabalho é dividido entre mãe e pai, além de ficar mais rico, ele fica mais fácil. Pai e mãe devem participar de todo o processo de desenvolvimento e a função paterna vai muito além de “ajudar” a mãe a cuidar dos filhos.

É normal que nos primeiros meses de vida do bebê, enquanto ele ainda está sendo amamentado e durante o período de licença-maternidade, a mãe se dedique mais tempo ao filho. Mas depois deste período, o pai também deve estar presente em tudo. Na consulta com o pediatra, nas reuniões escolares ou em emergências que exigem que os pais saiam do trabalho, a presença de ambos é essencial.

A rotina da família, a carga de trabalho e a divisão de tarefas dentro do lar devem ser decididas em conjunto, de preferência com equilíbrio entre as partes. “Pesquisas demonstram que a figura paterna possibilita à criança a entrada no contato social de forma mais segura. Proporciona o equilíbrio que a criança precisa”, explica a psicóloga Márcia Orsi. Segundo ela, estabelecer limites e ajudar o filho a ter noção de certo e errado são algumas das atitudes decisivas para a formação do caráter e também fazem parte dPara Márcia, a participação ativa do pai na criação fortalece o filho para a vida individual e social, além de promover segurança, autoestima, independência e estabilidade emocional. “Separar um tempo para brincar, ler, estudar e conversar com os filhos é fundamental. Mostrar o mundo masculino é importante para o equilíbrio da criança”, afirma a psicóloga. Você, pai, é exemplo a ser seguido e é referência quanto à integridade, ética e valores.

Betty Monteiro, pedagoga e psicóloga explica que o pai é o primeiro ‘outro’ na vida da criança, a primeira pessoa que introduz uma relação além da materna. “Imagine uma planta que se alimenta da seiva da árvore. Este é o símbolo simbiótico, o primeiro tipo de vínculo que a criança estabelece com a mãe. O pai vem para quebrar este vínculo”, justifica a psicóloga. “A criança espera coisas diferentes de pai e mãe. Geralmente o pai representa proteção e a mãe representa cuidado. Uma criança que tem um pai presente e participativo cresce se sentindo mais segura”, completa.

Presença marcante

“Na nossa cultura, nós não estimulamos que os meninos se preparem para ser pai. Quando um menino brinca de boneca, sua masculinidade é questionada, por isso temos modelos de pais que são apenas pais mecânicos, que apenas executam ordens, mas não estão conectados aos filhos. É aquele pai que está dando banho só porque a mãe pediu”, diz Betty. Ela também afirma que, geralmente, a criança que cresce sem a presença da figura paterna busca esse modelo masculino em outra pessoa, como um avô, tio ou amigo da família, e que isso é importante para a construção da identidade.

Por isso, é necessário que o pai não esteja apenas fisicamente presente, mas que contribua para a educação e a formação dos filhos, e não seja indiferente ao desenvolvimento deles. Quando uma criança se sente rejeitada pelo pai, ou não se sente que é desejada como um filho, pode ficar frustrada, insegura e ansiosa. Já quando o filho se sente querido, a sensação de bem-estar é muito maior e isso é essencial para o desenvolvimento emocional.